ET de Varginha: 30 anos depois, a verdade sobre o contato extraterrestre em 2026

ET de Varginha: 30 anos depois, a verdade sobre o contato extraterrestre em 2026

Em janeiro de 1996, Varginha era apenas mais uma cidade tranquila do Sul de Minas Gerais. Com pouco mais de 100 mil habitantes, clima ameno e rotina pacata, ninguém poderia imaginar que aquela cidade se tornaria o epicentro de um dos casos ufológicos mais famosos do mundo. Mas tudo mudou numa tarde de sábado, quando três jovens fizeram um relato que desafiaria explicações oficiais e permaneceria envolto em mistério por décadas.

Trinta anos depois, o Caso ET de Varginha continua sendo estudado, debatido e investigado. Depoimentos consistentes, versões oficiais contraditórias, mortes cercadas de dúvidas e relatos médicos inéditos formam um conjunto de evidências que, para muitos pesquisadores, confirmam: houve contato com uma inteligência não humana — e a verdade foi sistematicamente ocultada.

O caso voltou ao centro do debate público recentemente, com novas investigações, documentários e entrevistas que trazem detalhes inéditos. Mais do que um simples mistério, o ET de Varginha expõe feridas abertas, silêncios institucionais e o peso humano carregado por quem vivenciou os fatos.

Varginha antes do caso: a cidade que não estava preparada para o impossível

Varginha, localizada a cerca de 314 km de Belo Horizonte, é um município do Sul de Minas fundado em 1882, com forte tradição comercial e cultural. Seu lema, “Culto à ciência”, hoje soa quase profético diante do episódio que marcaria sua identidade para sempre.

Antes de 1996, nada ligava Varginha a fenômenos ufológicos. Depois, o nome da cidade cruzaria fronteiras, apareceria em jornais internacionais e se tornaria referência obrigatória em debates sobre vida extraterrestre.

A rotina pacata, a vida simples e a hospitalidade típica mineira não preparavam ninguém para o que estava prestes a acontecer. Quando as três jovens encontraram algo inexplicável, a cidade inteira foi transformada, ainda que de forma silenciosa e gradual.

O encontro das três jovens que mudou tudo

O episódio que lançaria Varginha no mapa ufológico começou em 20 de janeiro de 1996, por volta das 15h30. As irmãs Liliane Fátima da Silva, então com 16 anos, e Valquíria Aparecida da Silva, de 14, caminhavam pelo bairro Santana acompanhadas da amiga Kátia Andrade Xavier, de 22 anos.

Ao passar por um terreno baldio, as três se depararam com algo que não conseguiam identificar como humano ou animal. O choque foi imediato, e o medo, visceral.

Liliane descreveu a criatura como pequena, de pele viscosa, olhos grandes e avermelhados sem pupilas visíveis, sem traços faciais humanos evidentes. O odor também chamou atenção: forte, lembrando amoníaco.

“As três jovens que relataram o encontro em 1996”

O “fedorento extraterrestre”, como o Wall Street Journal apelidou o suposto ser em 1996, se tornou um dos símbolos da cidade e atrai até hoje um tipo nichado de turista.

“Kátia Andrade Xavier, Liliane Fátima da Silva e Valquíria Aparecida da Silva em 2026”

Três décadas depois, um fato permanece incontestável: nenhuma das três jamais alterou o relato original.

“Durante esses quase 30 anos, a nossa verdade é a mesma desde o primeiro dia”, afirmou Liliane.

O episódio, que começou como um choque pessoal, rapidamente se espalhou pela cidade e chamou atenção das autoridades locais e nacionais.

Ceticismo, crença e o impacto humano do caso

Desde o início, o caso dividiu Varginha. Uma parte da população acreditava que algo extraordinário havia ocorrido; outra parte considerava exagero ou lenda urbana.

Essa divisão atravessou gerações. Para alguns moradores, a convicção não se baseia apenas no relato das jovens, mas também na movimentação incomum de militares, bombeiros e viaturas oficiais nos dias seguintes ao encontro.

Para outros, a ausência de prova física ainda é um obstáculo. O resultado é um debate que nunca se encerrou — apenas amadureceu com o tempo, ganhando relatos, documentos e análises técnicas.

Militares, versões oficiais e contradições ao longo dos anos

Poucos dias após o relato das jovens, surgiram informações sobre uma suposta operação envolvendo Corpo de Bombeiros e Exército Brasileiro. Testemunhas falaram sobre transporte de caixas, isolamento de áreas e movimentações noturnas atípicas.

Documentos oficiais, no entanto, sempre negaram qualquer captura de criatura não humana. Inquéritos instaurados em 1996 e 1997 concluíram que não havia evidências de extraterrestres, atribuindo os acontecimentos a explicações comuns.

Uma das hipóteses levantadas foi que as jovens teriam confundido a criatura com um morador conhecido na cidade como “Mudinho”. As três sempre rejeitaram a versão, afirmando que conheciam o homem e que o que viram era completamente diferente.

As contradições entre relatos oficiais e testemunhos pessoais geraram desconfiança e alimentaram o mito que persiste até hoje.

A morte do soldado Marco Eli Chereze e as dúvidas que persistem

Um dos pontos mais sensíveis do caso envolve a morte do soldado da Polícia Militar Marco Eli Chereze, ocorrida em fevereiro de 1996. Jovem e saudável, ele morreu após um quadro de infecção generalizada.

Ufólogos afirmam que Chereze teria participado de uma operação noturna e tido contato direto com uma das criaturas, sem equipamentos de proteção. Segundo essa versão, a criatura liberou uma substância tóxica

O laudo oficial apontou pneumonia e sepse, mas deixou lacunas que até hoje alimentam especulações. O sepultamento com caixão lacrado reforçou o clima de mistério na cidade e gerou teorias de conspiração que se mantêm até hoje.

Repercussão internacional que tirou o caso do controle

Ainda em 1996, a imprensa internacional voltou os olhos para Varginha. O Wall Street Journal publicou reportagem descrevendo a cidade como novo ponto de peregrinação para entusiastas de discos voadores.

O jornal destacou o odor relatado pelas testemunhas e afirmou que as negativas categóricas dos militares apenas aumentaram a desconfiança pública.

“As negativas só serviram para inflamar a suspeita”, escreveu o correspondente.

O caso, que começou localmente, passou a ter repercussão mundial, colocando o Brasil no centro do debate ufológico.

Relatos médicos e novas testemunhas reforçam o caso

Décadas depois, novos depoimentos surgiram. O neurologista Ítalo Denelle Venturelli afirmou ter visto imagens de uma cirurgia realizada em um ser com características não humanas em um hospital de Varginha.

Segundo ele, o ser tinha pele clara, crânio em formato incomum e olhos lilás. O relato foi mantido em sigilo por anos por medo de descrédito profissional.

Para pesquisadores, esses relatos ampliam o caso, mostrando que o fenômeno não se limita ao encontro das três jovens.

Investigadores divididos e versões opostas

O Caso Varginha também é marcado por divisões entre ufólogos. Enquanto alguns mantêm a convicção de captura extraterrestre, outros negam completamente a existência da criatura.

Essa divergência, longe de encerrar o debate, reforça a complexidade do caso e a dificuldade de separar fatos, omissões e interesses institucionais.

O que é consenso, no entanto, é que o caso permanece como um dos mais debatidos da ufologia mundial.

O ET de Varginha como símbolo cultural permanente

Hoje, o ET de Varginha ultrapassou o campo da investigação e se tornou símbolo cultural. A cidade abriga o Memorial do ET, recebe turistas curiosos e mantém viva a memória do episódio.

O Memorial do ET em Varginha funciona de terça a domingo, das 10h às 18h, com entrada gratuita aos feriados nacionais, atraindo turistas interessados na história ufológica da cidade. 

Detalhes:

Mesmo sem consenso oficial, o caso continua a fascinar pesquisadores, curiosos e moradores, consolidando-se como patrimônio cultural e científico informal do Brasil.

Trinta anos depois, o mistério não terminou — ele apenas começou a ser entendido

O que permanece após três décadas não é apenas uma história curiosa. É um conjunto de relatos humanos, documentos incompletos, silêncios oficiais e memórias que resistiram ao tempo.

Para as testemunhas, o mais doloroso não é a descrença, mas a sensação de que muita coisa nunca foi explicada.

O ET de Varginha não é apenas um caso do passado. É um lembrete incômodo de que, às vezes, a verdade demora — mas não desaparece.

Este espaço é dedicado a explorar e compartilhar informações sobre fenômenos extraterrestres, OVNIs e teorias relacionadas à vida além da Terra. Com uma abordagem científica e investigativa, oferecemos artigos baseados em pesquisas sérias e dados confiáveis, buscando lançar luz sobre os mistérios que desafiam nossa compreensão do universo.

Publicar comentário